
“Se fosse só sentir saudade mas tem sempre algo mais seja como for é uma dor que dói no peito...”
(Angra dos Reis- Legião Urbana)
Sinto uma enorme necessidade de falar das pessoas a minha volta... Acho que, em partes, é pelo medo que tenho das pessoas irem embora sem saber como foram importantes na minha vida.
Sempre penso nisso.
Dias atrás estava pensando no meu pai. Éramos tão felizes! Assistíamos jogos de futebol, andávamos de bicicleta, às vezes ele me buscava na escola, e às vezes ele me esquecia lá... e depois de 40 minutos aparecia com aquele sorriso de sempre : dizendo “filha desculpa papai perdeu a hora”, e eu nem me importava com isso, desde que ele estivesse ali, na aquele momento, com aquele sorriso.
O tempo passou e de andanças de bicicleta começamos a andar nos bares, ele é um companheirão de copo, e de bate papo e de piadas!Meu Deus como ele é bom de piadas, e sempre com aquele sorriso de moleque no rosto, alias às vezes me vejo nele de uma forma transparente, é “você tem mais dos seus pais em você do que imagina”.
Sempre acreditei que somos frutos do meio em que vivemos, e isso se reflete por toda a vida, seja na profissão escolhida, na personalidade ou na escolha do time (o que, graças a Deus, não foi o meu caso), por ser fruto do meio que cresci me tornei igualzinha o meu pai, até nossos nomes são iguais, Renato – Renat!, Lembro quando ele disse que se eu fosse um menino me chamaria Renato Junior, cruzes!!!! Ainda bem que nasci menina.
Bom, fato é que de repente meu pai se me mudou, foi pra longe e se o vejo uma vez por ano é muito... Mais o pior não é vê-lo pouco, o pior é perceber o tamanho do abismo entre nós. Planejo milhares de coisas pra contar, milhares de abraços e beijos, mas quando estamos frente-a-frente o máximo que sai, junto com um tímido abraço é “pô seu time ta ruim esse ano em”... Estranho isso porque meu amor é o mesmo, e ele continua com o mesmo sorriso, mas nós mudamos, nos tornamos mais uma vez fruto da onde vivemos, fruto de mundos totalmente diferentes, e agora continuamos caminhando, com um diferencial – longe um do outro.
Mas eu sempre vou amar o meu pai, não somente por ele ser o meu pai, mas por ele ser um cara legal, de sorriso contagiante – e eu sempre vou sentir falta do tempo em que nossos mundos eram os mesmos.
Sempre penso nisso.
Dias atrás estava pensando no meu pai. Éramos tão felizes! Assistíamos jogos de futebol, andávamos de bicicleta, às vezes ele me buscava na escola, e às vezes ele me esquecia lá... e depois de 40 minutos aparecia com aquele sorriso de sempre : dizendo “filha desculpa papai perdeu a hora”, e eu nem me importava com isso, desde que ele estivesse ali, na aquele momento, com aquele sorriso.
O tempo passou e de andanças de bicicleta começamos a andar nos bares, ele é um companheirão de copo, e de bate papo e de piadas!Meu Deus como ele é bom de piadas, e sempre com aquele sorriso de moleque no rosto, alias às vezes me vejo nele de uma forma transparente, é “você tem mais dos seus pais em você do que imagina”.
Sempre acreditei que somos frutos do meio em que vivemos, e isso se reflete por toda a vida, seja na profissão escolhida, na personalidade ou na escolha do time (o que, graças a Deus, não foi o meu caso), por ser fruto do meio que cresci me tornei igualzinha o meu pai, até nossos nomes são iguais, Renato – Renat!, Lembro quando ele disse que se eu fosse um menino me chamaria Renato Junior, cruzes!!!! Ainda bem que nasci menina.
Bom, fato é que de repente meu pai se me mudou, foi pra longe e se o vejo uma vez por ano é muito... Mais o pior não é vê-lo pouco, o pior é perceber o tamanho do abismo entre nós. Planejo milhares de coisas pra contar, milhares de abraços e beijos, mas quando estamos frente-a-frente o máximo que sai, junto com um tímido abraço é “pô seu time ta ruim esse ano em”... Estranho isso porque meu amor é o mesmo, e ele continua com o mesmo sorriso, mas nós mudamos, nos tornamos mais uma vez fruto da onde vivemos, fruto de mundos totalmente diferentes, e agora continuamos caminhando, com um diferencial – longe um do outro.
Mas eu sempre vou amar o meu pai, não somente por ele ser o meu pai, mas por ele ser um cara legal, de sorriso contagiante – e eu sempre vou sentir falta do tempo em que nossos mundos eram os mesmos.
Muito bom o texto..
ResponderExcluirmas da até uma tristeza Ree =/
rs
Saudade dóii..rs
eu sei como é isso..
Não tenho dúvida que você será uma jornalista de verdade. Seu blog já está nos favoritos!
ResponderExcluirE quanto a dizer tudo o que sente, também tenho dificuldades... rs.
Bjs!
É difícil encarar qdo a vida acontece de verdade...ficar longe do "super-herói" de sempre (mesmo sabendo, que quando nós viramos "pessoas grandes", eles já não são assim) causa um aperto no coração... mas enfim, parabéns pelo trabalho!!! Nem tenho q dizer mais nada, vc já sabe.. no mais, tamo junto Reh... bjos
ResponderExcluir